set 19

Delphi e Parse: Novas implementações

Olá

No post anterior, demos início ao trabalho de fazer com que o Delphi interagisse com o Parse (Back4app).

Classe TParseUser

Agora, iremos implementar novas funcionalidades. E a primeira tarefa será a de disponibilizar acesso às funções de usuários (login, logout…). Para isso, uma nova classe será incluída no projeto, a TParseUser: Leia mais »

set 10

Delphi e Parse: Início dos trabalhos

Olá

Este seria mais um post da série Dia-a-dia do Desenvolvedor de Software, porém, como penso voltar a discutir sobre o assunto no futuro, irei tratá-lo como avulso, pelo menos por enquanto.

Do que se trata

Utilizar Delphi para interagir com Banco de Dados MongoDB utilizando Parse, que no caso será via www.back4app.com.

Motivação

O sistema que disponibilizo aos meus clientes tem um controle de liberação. Este controle acessa um banco de dados online, verifica se o cliente tem pendências e se está habilitado com base numa data de liberação. Leia mais »

ago 19

Gerar Classes – Que tal um ORM Básico? Parte 17

Ok, Ok! Somente na tecno… ops! Canal errado!

Como todos já estão cansados de saber, eu utilizo o projeto desta série em alguns trabalhos meus. E nestes, já algum tempo não sei o que são “inserts“, “updates” nem “deletes“, bem como não lembro do meu último “ParamByName” e muito menos “FieldByName“. Ponto para o nosso ORM Básico.

Porém, o ser humano é insaciável e sempre quer mais. E uma das prioridades que surgiram aqui, foi com relação à geração da classe. Para tal, eu vinha fazendo manualmente, ou seja, criava uma unit e então, a classe com todos as suas propriedades e atributos (nome da tabela, chaves primárias, etc.). E você, caro leitor, há de convir comigo que desenhar uma classe que representa uma tabela é uma coisa, mas quando isso passa a ser rotina, torna-se demasiadamente cansativo. Leia mais »

ago 06

Dia-a-dia do Desenvolvedor de Software: Código Legado

Olá

Nesta série irei postar, sempre que possível, alguns desafios que enfrento no meu dia-a-dia, atuando como desenvolvedor de software.

Código Legado

Em 1995, ainda funcionário de uma empresa, iniciei a construção de um software de gestão com controle de estoques, emissão de Nota Fiscal (formulário), financeiro, etc. Levou cerca de 14 meses para colocá-lo em operação (importante saber que a empresa utilizava 14 terminais + servidor, ou seja, desde o início eu tinha que me cercar de todos os cuidados com transações concorrentes, carga de dados na rede, levando em conta tecnologia de redes da época, que não eram tão rápidas e estáveis quanto as de hoje). Após isso, ainda foram mais 3 anos de alterações e novas funcionalidades até que eu resolvesse montar meu próprio negócio e disponibilizar o software às demais empresas da minha região.

À época, meu status quo (conhecimento, preferências, hábitos…) me fez acreditar que aquilo era o melhor que eu podia fazer. Que entregara ao cliente o que havia de mais moderno em termos de programação.

Hoje, porém, quando revisito códigos desta época (acredite, ainda tenho alguns clientes com muito código legado… 8-O ), apesar de funcional, eu vejo como viajei por diversas vezes na maionese. :oops: Leia mais »

maio 19

Algumas manias perduram – Que tal um ORM Básico? Parte 16

Olá

Quanto tempo hein? O último post data de 18/10/2014. Muita coisa aconteceu desde então, principalmente com o nosso amado e sofrido país. Mas, mantemos a esperança de dias melhores.

Bem, estou dando uma passada rápida aqui para dar uma atualizada nos fontes do projeto: GitHub ORM Básico em Delphi

Sim, utilizo este projeto em meus sistemas. Verdade! O porquê de não utilizar um Framework pronto já foi explicado no início desta série. Em resumo, gosto de ter controle do meu trabalho e me ajuda a evoluir como desenvolvedor (pelo menos tento).

O tempo todo eu me cobro: pense em interface e não em implementação. Quando volto a olhar meus códigos antigos, sempre me deparo com desenvolvimento para implementação. Pessoal, é inevitável: reabro todos os diagramas e volto a repensar todos os passos adotados e onde foi que errei. Se é que me entendem?!? Leia mais »

out 08

Github – Que tal um ORM Básico? Parte 15

Olá

Conforme prometido…
Organizei o projeto, separando uma pasta para o teste e deixando as classes do projeto numa pasta chamada OrmBasico. Feito isso, enviei para o repositório:

https://github.com/luizsistemas/ORM-Basico-Delphi

Criei um sprint:

  • Sprint1- Definição, características e limitações do Projeto

E três Issues:

  • #1 – Definição do Projeto
  • #2 – Características
  • #3 – Limitações

Assinalei as três para mim. Ainda estão abertas.

Quem desejar contribuir com o projeto será bem-vindo.

No Sprint 1, vamos procurar deixar tudo bem claro quantos aos objetivos e funções que este projeto terá.

Minha ideia é de que, a partir do Sprint 2, comecemos a definir quem irá tocar a história a ser executada.

Abraços.

set 07

Fim? – Que tal um ORM Básico? Parte 14

Olá Pessoal

Depois de um longo tempo de inatividade, estou de volta. Devido a total falta de tempo, não voltarei a postar com a mesma frequência com que vinha postando antes. Irei também, finalizar esta série. A partir de agora, sempre que eu fizer alguma atualização e que esta seja significativa, informo o que foi feito.

Coloquei os fontes no Google Code. Para baixá-los, acesse: code.google.com/p/blog-luiz-orm/ Leia mais »

maio 04

Refatorando Atributos – Que tal um ORM Básico? Parte 13

Olá

No post anterior, iniciamos análise do código e efetuamos os primeiros ajustes. Agora, iremos trabalhar a unit Atributos.pas. Primeiro, irei colocar o código já alterado e depois tecerei comentários a respeito:
Leia mais »

maio 03

Revendo o que já foi feito – Que tal um ORM Básico? Parte 12

Olá Pessoal

Hoje iremos analisar as classes criadas e refatorar o que for necessário. Só depois, iremos para a implementação da classe do DbExpress que eu havia prometido no post anterior. Assim, evitamos que problemas existentes agora persistam nas próximas classes.

Desde o início nos preocupamos em seguir os princípios da Orientação a Objetos (OO) em nosso projeto. Porém, estar totalmente dentro destes princípios por vezes pode se tornar uma tarefa não tão simples, o que poderá fazer com que um código que não se enquadre nos “bons costumes” OO passe despercebido aos nossos olhos em meio aos inúmeros métodos e classes por nós criados. Por isso, sempre procurar melhorar o código (refatorar) é a melhor maneira para tentar atingir nosso objetivo. E é isso que faremos adiante. Leia mais »

abr 15

TDaoIBX – Que tal um ORM Básico? Parte 11

Olá! Saudades?

Ok, Ok, Estou em débito com vocês, caríssimos leitores! Estive realmente assoberbado aqui e acabei passando um longo tempo sem atualizar o nosso “projetim“. Ainda me encontro com a água no pescoço, mas juntei forças para mais um post.

Na última atualização, foi definido que passaríamos a utilizar generics para o nosso projeto. Agora irei demonstrar como será simples utilizar outro set de componentes, ou seja, estaremos mudando de UIB para IBX. Para isso, devemos implementar uma nova classe, a TDaoIbx. Leia mais »

Posts mais antigos «